Arquivado em: família
Ok… conversámos. Foi bom, voltaram os abraços e beijinhos. As demonstrações de afecto fazem milagres. A mim, fazem.. sou animal muito mimalhoco. Espero que não seja uma fase passageira, era bom conseguirmos manter este ambiente, por nós, para nós, por e para as miúdas. A ver vamos, como diz o cego…
;o)
Estes são os meus dois preferidos dos três livros que chegaram ontem, da editora Kalandraka, ”livros para sonhar”. A mais velha gostou muito e eu também… está-se a compôr a biblioteca infantil cá de casa!
E eu adoro aqueles momentos de lhe ler a história… e vê-la contar a história aos seu bonecos, à sua maneira, com variações muito próprias, em que se misturam histórias e realidade…
Está tão grande, a minha menina!…
Arquivado em: família
Dizem por aí que, nas relações maduras a paixão dá lugar ao Amor. Será sempre assim? Ora vejamos: segundo o dicionário, Amor é, além de um substantivo masculino (só esta definição de género já me parece irónica…):
1. sentimento que predispõe a desejar o bem de alguém;
2. sentimento de afecto ou extrema dedicação; apego;
3. sentimento que nos impele para o objecto dos nossos desejos; atracção; paixão;
4. afecto; inclinação;
5. relação amorosa; aventura;
6. objecto da afeição;
7. adoração; veneração; devoção;
Pois, por estes lados, parece que nem paixão, nem amor já sobrevivem. Passámos a fronteira e aguentamos o barco por razões meramente funcionais como o exigem duas crianças pequenas. É triste, sim… muito triste. É triste o chegar-se a uma situação de relação funcional. Acho que, por muito difícil que seja, temos que pôr fim a isto. Não sei qual a solução, mas não será esta, concerteza. Para lá dos condicionantes económicos, há o nosso bem estar emocional, o das crianças, e o sentirmo-nos bem connoco próprios é impossível numa situação de “faz-de-conta-que-funciona-porque-a-carteira-não-dá-para-mais”. Ora, paciência, mas vai ter que dar. Não me apetece mais engolir em seco, contar até dez, fingir que não é nada… chegou a hora do meu grito de Ipiranga (mais um, que a minha vida está cheia deles…).
Como diz a sabedoria popular, tudo tem remédio, só a morte é que não.
Vamos lá pôr os pontos nos ii’s, que já é mais do que tempo…
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Um dia só para mim, com direito a luxos burgueses nunca experimentados, tipo SPA, massagem e afins… ir ao cinema, jantar com amigos, beber um copo, fumar susbtâncias ilícitas sem problemas de consciência e preocupações com a amamentação… ir a um concerto… podia ter sido o da foto:
Yard Dogs Road Show, na Aula Magna (grande suspiro)
Arquivado em: blogalhices
Porque este não é um baby blog (já passei essa fase colorida…) mas é um motherblog. No entanto, por ser mãe de duas meninas com nomes de flor… uma com dois anos e picos, outra com dois meses e picos, as referências babadas às suas gracinhas e as manifestações de desespero típicas da maternidade que por aqui surjam, deverão ser consideradas “ossos do ofício”.
Por isso mais um jardim. Pelas minhas flores, pelos jardim suspensos, como os da Babilónia, pelos efémeros momentos de felicidade que surgem, como que suspensos, no rame-rame do quotidiano. Pelos sonhos, cuja concretização está suspensa, porque “valores mais altos se levantam”. Porque me apetecia um blog anónimo, onde posso dizer o que me apetece, como me apetece, sem ferir susceptibilidades…
Esta é a primeira semente deste jardim.
Que a terra lhe seja fértil e propícia ao criar de raízes



