E o tempo que não estica…
Gostava de conseguir registar as coisas importantes… a linguagem da Íris e todos os seus feitos, a maneira como nos deslumbram e fazem rir, as aquisições da Jasmim, as pequenas grandes coisas do quotidiano… mas o trabalho tem sido bastante e não sobra tempo para “blogalhices”.
Ontem, estreámos. Foi fantástico… a peça, os actores, o público.
Sensação de esforço recompensado, orgulho por pertencer a esta equipa de gente capaz de coisas tão maravilhosas.
“Cabeça de pregos sem cabeça”, em cena no teatro o bando, em Palmela. Apareçam e disfrutem…
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